Like a fairy tale
Incomum, romântica,libriana, escritora e brasileira. Amo ler, jogar vôlei, nadar, sou docemaníaca e adoro escrever, assistir séries, meu idioma favorito é o espanhol e dias de chuva e frio pra mim são sagrados. Enfim, vamos comer pizza?
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1/06/2012 @ 21:39

1/06/2012 @ 21:38

1/06/2012 @ 21:36
Amigos que tem tumblr, mas não falam sobre o tumblr:::::::::::::::::::::poser.

1/06/2012 @ 21:35

1/06/2012 @ 21:34

1/06/2012 @ 21:33
sabedorias:

Chega um ponto que a saudade se torna parte de nossa rotina, cicatriza sobre as lágrimas de noites mal dormidas, e acaba se convertendo em uma mera e discreta agonia, que te isola de todo tipo de esperança de amar. (Prisioneiro da Morte)

sabedorias:

Chega um ponto que a saudade se torna parte de nossa rotina, cicatriza sobre as lágrimas de noites mal dormidas, e acaba se convertendo em uma mera e discreta agonia, que te isola de todo tipo de esperança de amar. (Prisioneiro dMorte)


1/06/2012 @ 21:32
Poderia ter sido diferente se eu tivesse dito alguma coisa naquela hora. Mas, não disse.

O Caçador de Pipas.   

(via durador)


1/06/2012 @ 21:32

1/06/2012 @ 21:30

#1DVDwatchparty

#1DVDwatchparty


1/06/2012 @ 21:29
Antes de aceitar o conselho, tente perceber quem é o conselheiro.
Lucas Aurélio (via sabedorias)


1/06/2012 @ 21:28
Escrevo isso e choro. Porque quero tanto e não quero tanto. Porque se acabar morro. Porque se não acabar morro. Porque sempre levo um susto quando te vejo e me pergunto como é que fiquei todos esses anos sem te ver. Porque você me entedia e dai eu desvio o rosto um segundo e já não aguento de saudade. E descubro que não é tédio mas sim cansaço porque amar é uma maratona no sol e sem água. E ainda assim, é a única sombra e água fresca que existe. Mas e se no primeiro passo eu me quebrar inteira? E se eu forçar e acabar pra sempre sem conseguir andar de novo? Eu tenho medo que você seja um caminhão de luz que me esmague e me cegue na frente de todo mundo. Eu tenho medo de ser um saquinho frágil de bolinhas de gude e de você me abrir. E minhas bolhinhas correrem cada uma para um canto do mundo. E entrarem pelas valetas do universo. E eu nunca mais conseguir me juntar do jeito que sou agora. Eu tenho medo de você abrir o espartilho superficial que aperto todos os dias para me manter ereta, firme e irônica. Minha angústia particular que me faz parecer segura. Eu tenho medo de você melhorar minha vida de um jeito que eu nunca mais possa me ajeitar, confortável, em minhas reclamações. Eu tenho medo da minha cabeça rolar, dos meus braços se desprenderem, do meu estômago sair pelos olhos. Eu tenho medo de deixar de ser filha, de deixar de ser amiga, de deixar de ser menina, de deixar de ser estranha, de deixar de ser sozinha, de deixar de ser triste, de deixar de ser cínica. Eu tenho muito medo de deixar de ser.
— Tati Bernardi. (via warllyssong)


1/06/2012 @ 21:27

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